Regina Duarte é recebida pelo presidente Bolsonaro no Palácio do Planalto
Prêmio Culturas Populares estimula projeto de arte inclusiva em Aracaju (SE)

Cultura quer fortalecer ações de combate ao racismo e preconceito

Tempo de leitura 2 minutos – 16/01/2020

Nesta quinta-feira (16), Roberto Alvim recebeu representantes da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ligada ao Ministério dos Direitos Humanos

O alinhamento das políticas e a realização de ações voltadas para combater o racismo e o preconceito contra a população negra foram alguns dos temas discutidos na reunião entre o secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim, e representantes da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – pasta ligada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. O encontro ocorreu nesta quinta-feira (16), em Brasília.

Entre os pontos abordados, a possibilidade de apoio à apresentação do musical Rua Azusa na capital federal, próximo ao Dia Internacional contra a Discriminação Racial celebrado em 21 de março. A obra relata a história de William Joseph Seymour, filho de escravos, que em 1906 é escolhido para liderar o movimento que quebrou barreiras raciais nos Estados Unidos, criando um espaço onde não existia distinção entre brancos e negros. A história serve de inspiração para Elizabeth, uma jovem que luta para que seu marido aceite a adoção de uma criança negra.

Roberto Alvim, que já assistiu ao musical, colocou a Secretaria e os espaços de Teatro, em Brasília, à disposição. Ele ressalta que a discussão sobre o tema é necessária. “Discutir as questões raciais, construir dignidade para a população e destruir as barreiras por meio da cultura é fundamental. Uma das nossas pautas no governo federal é fortalecer e promover a união entre todas as raças”, apontou o secretário Especial da Cultura.

O diretor de Políticas Étnico-Raciais do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Thiago Cesário, avaliou positivamente a reunião e ressalta que a atuação conjunta entre as pastas deverá ser recorrente. “As ferramentas de cultura e arte nos ajudam muito a promover o tema e a trazer a visibilidade sobre as questões raciais e de preconceito contra tantas comunidades e povos tradicionais do nosso país”, disse.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura